Impulsionado
pelo Plano Real e apoiado por políticos conservadores, Fernando Henrique Cardoso foi eleito presidente para o período 1995-1998. Para ganhar mais um mandato, FHC mudou a Constituição e tornou-se o primeiro presidente reeleito seguidamente na História do Brasil.
A face mais visível da “Gestão FHC”: o Programa Nacional de Privatizações que já atingiu mais de 75% do patrimônio nacional.
Três linhas-mestres do Programa:
1)
Para a economia nacional inserir-se
no contexto da globalização, o país deve investir apenas em setores sociais.
2)
A venda das estatais desonera a administração pública e gera recursos para a saúde, educação, segurança, previdência e outras áreas sociais.
3)
As privatizações são feitas com transparência mediante leilões públicos e dentro dos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade.
A
outra face do “Programa”:
1)
As privatizações são uma imposição dos países ricos em busca de novos mercados.
2)
A venda das estatais (inclusive as
estratégicas para a soberania nacional) é financiada pelo próprio governo e o produto da venda, até hoje, não foi aplicado nas áreas sociais.
3)
Os bens públicos fazem parte do patrimônio do povo, são inalienáveis e estão à venda sem nenhum debate popular ou participação da sociedade civil. A alegada “transparência” envolve manobras políticas, participação a ética
do Presidente e outras maracutaias.